quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Serviços de empréstimos P2P na América do Norte

Abaixo está um mapa dos serviços  p2p dos EUA e do Canadá. Ele mostra os serviços de p2p ativos e interrompidos (incluindo microfinanças p2p).

Os serviços de crescimento mais rápido são o Lending Club que financiou $ 12 milhões em novos empréstimos em agosto, e o Kiva. O crescimento do Prosper está estagnado. Outros serviços baseados nos EUA são Vittana, Reino Prosperidade, Zidisha, todas de microfinanças e empréstimos para estudantes.
CommunityLend é o site de empréstimos p2p ativo apenas no Canadá.





terça-feira, 26 de outubro de 2010

Redes sociais abrem espaço para negociar empréstimos

Cada vez mais badaladas, as redes sociais ganharam um novo papel, o de banco. A motivação surgiu em 2008, quando estourou a crise financeira mundial que secou o crédito do mercado não apenas para as empresas, mas também na ponta do consumo. O cenário de escassez de recursos abriu espaço para um novo modelo de negócios: as comunidades de empréstimo. Pelo menos 35 sites, espalhados principalmente pelos Estados Unidos e Europa, atuam como plataforma de conexão entre pessoas que precisam de recursos e aquelas que têm dinheiro de sobra para investir.

A moda ficou conhecida no exterior como “peer-to-peer lending”, difundida principalmente pelos sites Kiva, Lending Club, Zopa e Prosper. Inspirado nas experiências internacionais, o modelo desembarcou no Brasil em abril com a estreia do site Fairplace. Há cinco meses no ar, a comunidade com mais de 10 mil usuários cadastrados acaba de alcançar a marca de R$ 1 milhão em empréstimos pulverizado em mais de 300 operações entre pessoas físicas.

Idealizado pelo administrador de empresas Eldes Mattiuzzo, o Fairplace chega em um mercado adepto das redes sociais, com alto spread bancário e forte demanda por crédito. “Foram esses fatores que motivaram o negócio”, explica Mattiuzzo. Quem recorre à plataforma como forma de aquisição de crédito tem como objetivo principal saldar dívidas com juros elevados, como cartão de crédito e cheque especial; investimento no negócio, seja para troca de maquinário ou expansão; até reforma da casa; compra de móveis; pagamento dos estudos ou do intercâmbio para fora do país.

“Aqueles que precisam de dinheiro, fazem um cadastro no site com todos os seus dados pessoais que são checados e passam por consulta no Serasa Experien que emite uma classificação de risco da pessoa. Elas poderão se encaixar no nível triplo A, até H, de acordo com o endividamento”, explica Mattiuzzo. Quanto mais próximo do triplo A, melhor é a classificação de quem solicita o empréstimo. Aqueles que estão acima do nível D não chegam sequer a ter o pedido publicado no site.

Definido o índice de risco do usuário, começa o leilão do empréstimo. A pessoa que solicita o dinheiro, deve informar o valor, taxa e prazo de pagamento, que pode variar entre 12 e 24 meses. O pedido máximo de empréstimo é de R$ 5 mil. “Com o pedido publicado, os investidores entram fazendo as ofertas até que se atinja o valor desejado. No final, as taxas mais baixas são selecionadas para oferta do dinheiro.” Em média, o montante final é constituído de cerca de 30 a 50 microempréstimos. “Não é apenas uma pessoa que desembolsa o valor total. Se a pessoa pede R$ 3 mil, uma pode oferecer R$ 200, outra R$ 300, até que o valor seja atingido. Com isso, o risco é pulverizado”, explica o criador do Fairplace.

Com o fim do leilão, que tem duração de 14 dias, o valor integral é creditado na conta do usuário. A cada mês, o site envia automaticamente um boleto eletrônico de cobrança com multa e juros de mora caso haja atraso no pagamento. Quitada a dívida, os valores são distribuídos, pelo próprio site, para os investidores que participaram daquela negociação. “Se a pessoa ficar inadimplente, enviamos o nome para o Serasa e fazemos a cobrança judicialmente. A empresa é responsável por tudo”, explica Mattiuzzo.

O volume médio de empréstimo é de R$ 3,8 mil a uma taxa média de 3,2% ao mês. “Mas isso varia bastante, porque tem pessoas de baixíssimo risco que consegue taxa de 1,5% ao mês.” Dos usuários que solicitam crédito, o site cobra uma taxa de serviço de 5% para empréstimos de um ano, e 8% para empréstimos de dois anos, além de uma tarifa de cadastro de R$ 50, todas debitadas apenas em caso de sucesso do empréstimo. Para os investidores, a taxa de administração é de 2% sobre as parcelas recebidas.

Risco

Os índices de inadimplência, tão temidos pelo investidor, ainda não são mensurados pelo pouco tempo de funcionamento da plataforma, mas Mattiuzzo garante que os registros de atraso chegam a 6% do volume total de negócios. “É muito bom e bem abaixo do mercado”, avalia. O que começou apenas como uma rede social para pessoas físicas, deve iniciar o próximo ano com serviços estendidos aos micro e pequenos empresários. “Iniciaremos o micro empréstimo para pessoas jurídicas até porque hoje já temos uma demanda de 25% do que é emprestado tem como destino o investimento no negócio”, explica Mattiuzzo.

sábado, 23 de outubro de 2010

Bilionários pão-duros (ou excêntricos)?

A revista Forbes publicou uma reportagem que, no original, chamou-se Thrifty Billionaires; em português, a melhor tradução seria Bilionários Parcimoniosos (que gastam seu dinheiro com sabedoria), mas seriam também cabíveis, em vista do contexto, títulos como bilionários pão duros, bilionários excêntricos, bilionários frugais.

A reportagem procurou fazer um contraponto entre bilionários notoriamente gastadores, como Larry Ellison (que recentemente apareceu nas manchetes por ter entrado numa disputa pelo título de dono do iate mais comprido do mundo), e outros bilionários que, nesse período de crise financeira e contenção de despesas, vêm ganhando destaque por terem sempre vivido de maneira mais discreta e espartana.

O mais conhecido desses bilionários é justamente o maior de todos, Warren Buffett. Buffett, cujo patrimônio supera US$ 50 bilhões, vive na mesma casa que comprou em Omaha em 1958 por US$ 31.500. Ele dirige um modesto Cadillac e, em vez de filés ou lagostas, prefere hambúrgueres e refrigerantes. Certa ocasião, quando um garçon tentou servir-lhe um caríssimo vinho de uma safra especial, Buffett tampou seu copo e afirmou: “prefiro minha parte em dinheiro”.

Mas Buffett não é o único.

Ingvar Kamprad, da Suécia, da família controladora da Ikea (fabricante de móveis e acessórios domésticos) tem patrimônio de US$ 31 bilhões. Dirige um Volvo 1993, voa em classe econômica, frequenta restaurantes populares. Decora sua casa com as linhas mais baratas da própria Ikea. Segundo ele próprio, suas únicas extravagâncias são usar algumas gravatas de alto padrão e ocasionalmente provar algumas ovas de peixes suecos (similares ao caviar, mas mais baratas).

Jim C. Walton, americano, da família controladora da Wal-Mart (maior varejista do mundo, com presença também no Brasil), patrimônio de US$ 23,4 bilhões. Jim herdou seus hábitos frugais do pai, Sam Walton, legendário fundador da WalMart, conhecido por sua obsessão em redução de custos. Jim e sua também bilionária irmã Alice preferem carros simples a esportivos espalhafatosos; atualmente, Jim dirige um Ford Dakota comprado há quinze anos.

Azim Premji, Indiano, Presidente da Wipro (empresa herdada do pai que produzia óleo de cozinha e hoje é uma gigante do setor de serviços tecnológicos), patrimônio de US$ 12,7 bilhões. Recentemente, trocou o Ford Escort que dirigiu por oito anos por um Toyota Corolla; entretanto, mesmo esse carro é pouco usado, já que Azim costuma ir a pé de sua casa até o escritório. Quando viaja até a India, vai em classe econômica e fica em hotéis econômicos. Há alguns anos, no casamento de seu filho Rishad, foram utilizados pratos de papel.

Frederik Meijer, americano, da família controladora da Meijer (cadeia que vende comida e mercadorias), patrimônio de US$ 2,5 bilhões. Pratica frugalidade desde criança; seu pai era um barbeiro, que abriu uma quitanda em 1934, durante a Grande Depressão, para vender produtos a baixo custo. Em 1962, pai e filho abriram a primeira loja da hoje rede Meijer. Frederik compra carros baseado no consumo de combustível e usa as roupas tiradas das prateleiras de suas próprias lojas. Em viagem, fica em hotéis econômicos.

John Caudwell, britânico, patrimônio de US$ 2,3 bilhões.
John Caudwell, o bilionário que corta o próprio cabeloJohn Caudwell, o bilionário que corta o próprio cabelo 
 
Ex-mecânico de automóveis, ex-engenheiro da Michelin, Caudwell entrou no mercado de telefonia celular em 1987, fundando o Caudwell Group (85% do qual foi vendido em 2007). Esportista praticante, John pedalava 14 milhas (23 km) para chegar ao trabalho. Corta o próprio cabelo pois, segundo ele, “ir ao barbeiro é uma perda de tempo” (ver foto anexa). Compra suas roupas na Marks&Spencer, uma rede popular britânica. Declara: “eu não preciso gastar dinheiro para elevar minha auto-estima”.

David Cheriton, americano, professor da Universidade de Stanford, patrimônio de US$ 1,6 bilhão. David foi o responsável pela apresentação de Larry Page e Sergei Brin (fundadores da Google) aos capitalistas da Kleiner Perkins Caufield & Byers; David foi recompensado com um grande número de ações da Google, que foram a origem de sua fortuna. Para se locomover, David prefere sua bicicleta, embora também dirija um Honda Accord 1993 e uma Kombi Volkswagen 1986. Mora na mesma casa que comprou em Palo Alto em 1981. Voa em aviões de carreira e corta o próprio cabelo.

No Brasil, um bilionário que se tornou conhecido pela frugalidade e simplicidade foi o falecido Amador Aguiar, fundador do Bradesco. Filho de lavradores, foi retirado da escola pelo pai para ajudar na lavoura; por esforço próprio, tornou-se o maior banqueiro do Brasil. Em enquete, foi escolhido um dos brasileiros do século XX. Dirigiu o próprio carro, um fusca, até o final da vida. Sua maior diversão era cortar lenha em uma de suas fazendas.

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Estratégias de Investimentos no Fairplace

Pessoal, recentemente coloquei no grupo de discussão do Diego Venancio, os critérios utilizados por mim para investir no Fairplace. Através da sugestao do meu amigo e assíduo leitor do site o Sr.  Luciano Cury, estarei agora reproduzindo na íntegra o que foi sugerido como minhas estratégias de investimentos:

  1. Em primeiro lugar nao empresto para tomadores que possuem uma taxa de probabilidade de inadimplencia acima de 10%.
  2. Não empresto para tomadores que utilizam uma margem de mais de 20% do salário.
  3. Não empresto para tomadores que ganham menos de 2,5 salários minimos.
  4. Não empresto para desempregados, para mudar de profissao ou abrir um novo negócio.
  5. Tomador com rating AAA recebe o dobro do valor fixo do que com rating A. Exemplo: Rating AAA - R$ 100,00 - rating A - R$ 50,00.
  6. E claro que existem exceções entre outros criterios, mas esses foram meus critérios mais utilizados. 
  7. Seja sempre cauteloso, por melhor que possa parecer um Tomador, seja sempre cauteloso, diversifique, um pouquinho na mão de muitos.
Atualmente, meu portfolio possui 39 empréstimos ativos com somente um atraso, e com uma rentabilidade bruta mensal de 2,62% a.m.

Aqui no blog vocês podem procurar um tópico aonde coloco as estratégias de investimento do investidor Diego Venâncio, que por sinal e de ótima qualidade e leitura obrigatória para atuais e futuros investidores.

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Ensine a seus filhos como fazer uma boa Gestão do Dinheiro!


Nunca é cedo demais para ensinar a seus filhos o básico quando se trata de uma boa gestão do dinheiro. Ensinar a seus filhos bons hábitos é sempre a melhor solução e este  conjunto de bons hábitos deve ser ensinado cada vez mais cedo para obter melhores resultados. Se você ensinar a seus filhos a valorizar e gerir o seu dinheiro quando eles são jovens, então este ensinamento será melhor assimilado e mais utilizado na prática por muito mais tempo. A fim de tornar os bons hábitos em uma atividade certa e frutífera  os pais e os encarregados de educação podem praticar algumas atividades muito simples:

- Os pais devem envolver seus filhos quando eles estão falando sobre as atividades relacionadas com dinheiro. Eles podem incluir seus filhos quando eles se sentam para discutir orçamentos familiares e outros assuntos similares relacionados com dinheiro, para que eles possam ensinar a seus filhos que as atividades envolvem dinheiro e quais as atividades familiares precisam de dinheiro para funcionar sem problemas. Quando as crianças entendem porque o dinheiro é importante, eles podem compreender melhor o seu valor.

- Hoje, muito do nosso dinheiro está sendo usado na forma de cartões de crédito e talões de cheques. Quando você faz uso dessas formas alternativas de pagamento, você deve explicar aos seus filhos o que você está fazendo e como ele funciona. Diga-lhes sobre a facilidade que as contas bancárias e cartões de crédito podem oferecer, e detalhe o papel que eles desempenham no processo de gestão do dinheiro. Você também deve fazer um esforço para ensiná-los a diferença entre os cartões de crédito e débito, para que possam fazer bom uso de todos os meios de dinheiro disponível para eles no futuro.

- O mais cedo possível, seria vantajoso permitir que seus filhos possam gerenciar, organizar e guardar as suas próprias “anotações contábeis”. Eles podem ser ensinados ao longo do tempo para contar seu dinheiro, movimentar contas bancárias, abrir uma conta poupança, tirar o dinheiro para fora através de cheques, e manter seu orçamento própria e único e assim por diante. Quando você começar a ensinar a seus filhos sobre gestão do dinheiro, será mais provável que as coisas ficarão bagunçadas no início , mas tenha persistência que no final dará tudo certo.

-A fim de ajudá-los a este respeito, você pode introduzir à seus filhos um software de gestão de orçamento familiar. Isto irá mostrar-lhes como se manter a par de suas economias e seus gastos. Isso também irá ajudá-los a configurar alertas e lembretes para que eles possam acompanhar os gastos, ganhos e poupança. Como as crianças, as pessoas simplesmente não são muito adeptos quando se trata de gestão de dinheiro. Ensinar-lhes adiantado e impressionando-os com os conceitos de gestão de dinheiro muitas vezes vai ajudá-los a superar seus problemas com a gestão do dinheiro, o que lhes permite obter um melhor controle de suas finanças a partir de um dia.

Quando se trata de gestão de dinheiro, quanto mais cedo você ensinar seus filhos sobre como cuidar do seu dinheiro, melhor será.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

How does p2p lending sites REALLY work? How to get a personal loan with ...

Aprenda como levar uma vida de milionário

São muitas as pessoas que ainda não compreenderam que riqueza não significa o dinheiro que se recebe: se ganhar um milhão e depois o esbanjar, não estará a tornar-se mais rico, mas sim a gastar muito. A riqueza é aquilo que acumulamos e não aquilo que gastamos. Como é que alguém fica rico? Também a respeito desta questão há muito quem se engane. Raramente é a sorte, uma herança ou mesmo a inteligência que constroem fortunas. A riqueza é, em muitos mais casos, o resultado da dedicação ao trabalho, da perseverança e, acima de tudo, da disciplina.
Serão então os milionários gente aborrecida? De acordo com os padrões de Hollywood, talvez. Mas esta gente aborrecida tem algo de entusiasmante a ensinar-nos acerca do dinheiro. A postura é a maior diferença entre os milionários e os outros. Também aprendi que os milionários seguem certas regras. Aqui estão algumas das mais importantes:

1. Viva abaixo das suas posses.

Os acumuladores de riqueza mais bem sucedidos gastam muito menos do que poderiam em casas, automóveis, férias e divertimentos. Porquê? Porque estas coisas rendem muito pouco ou nada. Os ricos preferem aplicar o seu dinheiro em investimentos ou nos seus negócios. Eis uma atitude.
De acordo com a visão de muitos milionários, uma casa de luxo é um mau investimento. Para que pagar centenas de milhares por uma casa se algumas dezenas bastariam? O dinheiro que sobra poderá render juros ou ser aplicado em negócios. Os milionários compreendem que quando compramos uma casa de luxo também compramos uma vida de luxo. Os impostos sobre propriedade que temos que pagar subirão astronomicamente, junto com o que gastaremos em pessoal, equipamento e seguros, para além dos preços que os diversos serviços (lojas de alimentação, por exemplo) costumam ter nas áreas mais abastadas. Vários afirmam que a única coisa pior que uma grande casa é a enxurrada de problemas que ela nos traz.

A postura de um homem rico pode também ser vista através do seu automóvel: muitos conduzem automóveis velhos e despretensiosos. Sam Walton, o bilionário fundador da WalMart, uma cadeia de lojas de venda a retalho, deslocava-se numa camionete de caçamba aberta. Outro milionário dizia: Compro-os a peso: o maior carro que conseguir encontrar pelo menor preço. Até que ponto poderá um milionário levar uma vida simples? Certo dia, um professor começou a investir em acções. Após alguns anos, deixou o ensino e tornou-se bombeiro profissional. Porquê? É que os bombeiros têm muito tempo livre e ele precisava de mais tempo para olhar pelos seus investimentos. Já quase nos seus 60 anos, tinha acumulado uma fortuna cujo valor líquido ultrapassava os 5 milhões de dólares. Mas continuou a viver do seu salário de bombeiro e continuou naquela profissão até se reformar, o que revela outro exemplo da postura das pessoas ricas: não quis perder a reforma por inteiro.

2. Dê mais atenção ao rendimento líquido que ao salário.


A maioria dos milionários mede o seu sucesso pelo seu rendimento líquido, não pelo salário. Em vez de levarem o dinheiro para casa, aplicam o máximo que podem nos seus negócios, carteiras de ações e outros investimentos. Porquê? Porque o Estado não cobra impostos sobre a riqueza, mas sim sobre os rendimentos para consumo, e quanto mais estes forem, mais o Estado receberá. Aqueles que juntam rendimento líquido mais rapidamente têm tendência a aplicar todo o dinheiro possível em investimentos, não em consumo. Ao mesmo tempo,  reinvestem os lucros do seu investimento e observam os seus rendimentos líquidos a subir. Eis outro exemplo da atitude a adaptar.

3. Procure ser bem aconselhado.

Os maiores construtores de fortunas prestam muita atenção ao seu dinheiro e procuram conselhos de profissionais. Aqueles que gastam muito em automóveis, barcos e casas tendem a menosprezar os conselhos sobre investimentos. Pelo contrário, aqueles que não dão tanta importância a coisas luxuosas estão normalmente mais dispostos a pagar bom dinheiro a consultores em matérias legais e financeiras. Também procuram constantemente novas possibilidades de investimento. A parte mais misteriosa da acumulação de riqueza será aquele sexto sentido para descobrir oportunidades escondidas que alguns milionários desenvolvem. Um dos melhores exemplos que encontrei foi um médico. Era conhecido por ter comprado um terreno pouco tempo antes de um centro comercial ter instalado exatamente do lado oposto da rua e aí ter construído um imovel e alugado para um banco, um pouco antes do centro comercial ter êxito. Onde teria ele obtido a informação? Junto dos seus pacientes! Enquanto tratava deles, sabia de oportunidades de investimento antes de estas se tornarem do domínio público. Além disso, era suficientemente perspicaz para separar as boas pistas das más.

4. Desenvolva um plano.


As pessoas que fizeram a sua própria fortuna definem objetivos claros para o seu dinheiro. Podem querer aposentar-se cedo ou deixar uma propriedade aos seus filhos. Os objetivos variam, mas duas coisas estão sempre presentes: têm sempre uma imagem em mente (por exemplo, a quantidade de dinheiro que querem poupar até aos 50 anos) e trabalham incessantemente para atingir este objetivo. Comece a definir um plano agora, seja qual for a sua idade. Quanto é que quer acumular e até que idade? Depois, pense ao contrário: para alcançar o seu objetivo, quanto teria que poupar por ano? Há algo que o pode surpreender: se obtiver riqueza (e não apenas muito dinheiro), o seu objetivo, a tal casa luxuosa com que sonhou, não parecerá tão distante. Estará a adaptar a atitude correta!